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	<title>Mente Feliz</title>
	<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog</link>
	<description>Espaço de reflexões sobre a mente, principalmente sobre a ciência da felicidade</description>
	<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 13:22:43 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>Diferenças entre as &#8220;psiques&#8221; e o problema da reencarnação</title>
		<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=15</link>
		<comments>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=15#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Feb 2008 13:22:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[
*/Kediner &#60;kediner@gmail.com&#62;/* wrote:
&#62;
&#62; Sou um cara q adora ler tudo sobre
&#62; os estudos da psiquê, porém ainda tenho
&#62; certas duvidas&#8230;Queria entender a diferença
&#62; entre psicologia, psicanálise e psiquiatria.
&#62; E o que essas ciências falam cobre reencarnacionismo?
&#62; Qual delas estuda a hipnose?
&#62; aguardo as respostas,
&#62; obrigado pela atenção!
&#62; boa semana.
Silvia Helena Cardoso escreveu:
Psicologia - vem do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>
*/Kediner &lt;<a href="mailto:kediner@gmail.com">kediner@gmail.<wbr></wbr>com</a>&gt;/* wrote:</p>
<p>&gt;<br />
&gt; Sou um cara q adora ler tudo sobre<br />
&gt; os estudos da psiquê, porém ainda tenho<br />
&gt; certas duvidas&#8230;Queria entender a diferença<br />
&gt; entre psicologia, psicanálise e psiquiatria.<br />
&gt; E o que essas ciências falam cobre reencarnacionismo?<br />
&gt; Qual delas estuda a hipnose?<br />
&gt; aguardo as respostas,<br />
&gt; obrigado pela atenção!<br />
&gt; boa semana.</p>
<p>Silvia Helena Cardoso escreveu:</p>
<p>Psicologia - vem do grego &#8220;psique&#8221; (alma, mente) + &#8220;logos&#8221; (palavra)<br />
= &#8220;discurso sobre a mente. Estudo científico do comportamento e dos<br />
processos mentais, normais e anormais.</p>
<p>Psiquiatria - &#8220;psique&#8221; + &#8220;iatros&#8221; (curador, médico) = &#8220;Curar a<br />
mente&#8221;. Faz diagnóstico e tratamento clínico de distúrbios<br />
mentais .</p>
<p>Psicanálise - &#8220;psique&#8221; + &#8220;ana&#8221; (o todo) + &#8220;lysis&#8221; (dissolução,<br />
quebra, separação) = &#8220;Análise da mente&#8221;.</p>
<p>Existem poucas diferenças entre psicologia clínica e psiquiatria,<br />
quanto<br />
ao diagnóstico e terapia. Uma diferença importante é que os<br />
profissionais da psicologia não podem prescrever tratamentos de fundo<br />
biológico, como drogas, pois não tem conhecimentos médicos para poder<br />
acompanhar o paciente. Já a psicanálise é básicamente uma escola<br />
psicoterapêutica, originária das teorias e métodos de Sigmund Freud e<br />
seus seguidores. É adotada tanto por psicologos quanto psiquiatras,<br />
dependendo da orientação teórica de cada um e formação. Não usa<br />
abordagens biológicas: é a chamada terapia pela palavra.</p>
<p>Sobre ciência e reencarnação:<br />
Alguns psiquiatras já tentaram aplicar pesquisas que analisam o<br />
discurso<br />
de pessoas que declaram ter tido ou convivido com vidas passadas. Já<br />
se<br />
estudou, por exemplo, memórias de vidas passadas, experiência próxima<br />
da<br />
morte, experiência fora do corpo, etc.</p>
<p>Entretanto, nenhum desses estudos conseguiu até hoje convencer nenhum<br />
cientista biológico. Em um dos estudos, por exemplo, o psiquiatra Dr.<br />
Stevenson (1), publicou um trabalho cientifico mostrando que crianças<br />
que tinham nascido com marcas de nascimento (por ex., uma cicatriz no<br />
torax) disseram se lembrar da vida de um homem que tinha sido morto a<br />
bala em uma situação semelhante. Neste trabalho em particular, o que<br />
não convenceu os<br />
cientistas, é que o Dr. Stevenson tomou como sujeito de suas<br />
pesquisas<br />
as crianças da sociedade oriental, como os hindus. Na religião<br />
predominante deles, a reencarnação é completamente normal, e pode<br />
ter havido sugestionamento.<br />
Em outras investigações centíficas, como a experiência próxima da<br />
morte,<br />
já está se comprovando ter sua base neural. Estudos sugerem que há<br />
uma<br />
dissociação neural causada pela liberação de neurotransmissores<br />
específicos em certas estruturas, como o giro do cingulo.</p>
<p>Alguns terapeutas geralmente usam hipnose para ajudar os clientes a<br />
recrutar memórias de vidas passadas. Mas os céticos sugerem que<br />
aquelas<br />
declarações de reencarnação podem se originar do pensamento seletivo,<br />
confabulação, sugestionabilidade e o fenômeno psicológico de falsas<br />
memórias.</p>
<p>Referencia:<br />
1. Birthmarks and Birth Defects Corresponding to Wounds on Deceased<br />
Persons&#8221;<br />
<a href="http://www.childpastlives.org/library_articles/birthmark.htm">http://www.childpas<wbr></wbr>tlives.org/<wbr></wbr>library_articles<wbr></wbr>/birthmark.<wbr></wbr>htm</a></p>
<p>Silvia Helena Cardoso</p>
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		<title>Como os budistas driblam o sofrimento?</title>
		<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=8</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 04:41:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[ Silvia Helena Cardoso
 Na filosofia budista, a vida envolve dor e sofrimento. Para perceber que se pode ser feliz, tem que se perceber que se pode ser triste. Então, o conhecimento e o auto conhecimento desta realidade, pode mudar a própria realidade. Nesta perspectiva, a idéia é &#8220;uma vez que eu sei que eu sofro, eu sou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p> Silvia Helena Cardoso</p>
<p><img border="0" align="left" width="178" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/img/buddha.jpg" hspace="10" height="227" /> Na filosofia budista, a vida envolve dor e sofrimento. Para perceber que se pode ser feliz, tem que se perceber que se pode ser triste. Então, o conhecimento e o auto conhecimento desta realidade, pode mudar a própria realidade. Nesta perspectiva, a idéia é &#8220;uma vez que eu sei que eu sofro, eu sou capaz de trabalhar com este sofrimento e talvez até transmutá-lo&#8221;, ou seja, movê-lo por transcendência.</p>
<p>Silvia Helena Cardoso </p>
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		<title>Felicidade: Por que este nome?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 04:37:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Conceitos]]></category>

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		<description><![CDATA[Silvia Helena Cardoso
 &#8221;Felicitá&#8221; em latin significa ao acaso; happiness em inglês vem
de &#8220;happen&#8221;, que significa acontecer ao acaso.
A raíz desta palavra tem um significado importante: Na Grécia antiga
(há mais de 2400 anos), pensava-se que a felicidade vinha ao acaso (em uma época sangrenta e de necessidades, só um sortudo mesmo para ser feliz).
Entretanto, Sócrates foi quem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Silvia Helena Cardoso</p>
<p><img border="0" align="left" width="188" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/img/words.jpg" hspace="10" height="234" /> &#8221;Felicitá&#8221; em latin significa ao acaso; happiness em inglês vem<br />
de &#8220;happen&#8221;, que significa acontecer ao acaso.<br />
A raíz desta palavra tem um significado importante: Na Grécia antiga<br />
(há mais de 2400 anos), pensava-se que a felicidade vinha ao acaso (em uma época sangrenta e de necessidades, só um sortudo mesmo para ser feliz).<br />
Entretanto, Sócrates foi quem mostrou que a felicidade não vinha ao<br />
acaso, e sim que nós tinhamos que buscá-la.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como ficar feliz quando se está triste?</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 04:25:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Saúde Mental]]></category>

		<category><![CDATA[desejo]]></category>

		<category><![CDATA[dopamina]]></category>

		<category><![CDATA[endorfinas]]></category>

		<category><![CDATA[felicidade]]></category>

		<category><![CDATA[feliz]]></category>

		<category><![CDATA[prazer]]></category>

		<category><![CDATA[psicoterapia cognitiva]]></category>

		<category><![CDATA[serotonina]]></category>

		<category><![CDATA[triste]]></category>

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		<description><![CDATA[ Frequentemente os pensamentos negativos ocupam nossa mente
Precisamos reconhecer que os pensamentos negativos ocupam nossa mente muitas vezes no dia, especialmente em períodos de conflitos e sofrimento, e então aprender a atacá-los. Como?
Substituindo-o por um pensamento positivo! Esta é uma técnica muito usada na psicoterapia cognitiva e tem mostrado resultados significativos e até uma alteração na [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="left" width="200" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/img/feliz-triste.jpg" hspace="10" height="191" /> Frequentemente os pensamentos negativos ocupam nossa mente</p>
<p>Precisamos reconhecer que os pensamentos negativos ocupam nossa mente muitas vezes no dia, especialmente em períodos de conflitos e sofrimento, e então aprender a atacá-los. Como?</p>
<p>Substituindo-<wbr></wbr>o por um pensamento positivo! Esta é uma técnica muito usada na psicoterapia cognitiva e tem mostrado resultados significativos e até uma alteração na configuração do cérebro.</p>
<p>Isto porque, quando você tem um pensamento negativo, o seu cérebro entende que você está em apuros e então ele aciona uma &#8220;tropa de neurônios&#8221; carregando uma carga pesada: substâncias como o cortisol e adrenalina para te dar forças para você fugir daquela situação.</p>
<p>Mas quando você tem um pensamento positivo, seu cérebro entende que você está feliz e satisfeito com aquilo, então ele te recompensa com uma carga deliciosa de moléculas da felicidade, do desejo e do prazer como dopamina, serotonina e endorfinas.</p>
<p>É tão fácil ser feliz quando estamos tristes: basta enganar nosso cérebro!</p>
<p>Silvia Helena Cardoso</p>
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		<item>
		<title>O feto é capaz de aprender, lembrar e emocionar-se?</title>
		<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=5</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 04:16:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Desenvolvimento Humano]]></category>

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		<description><![CDATA[Silvia Helena Cardoso 
Sabemos que aos 6 meses, o feto começa a mostrar sinais de personalidade individual. Ele tem padrões definidos de sono e vigília, tem uma posição predileta no útero e torna-se mais ativo - chutando, espichando-se, encolhendo-se. Aos 7 meses, entre outras coisas, já chora, engole, suga o polegar. O mais curioso, é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Silvia Helena Cardoso </p>
<p><img border="0" align="left" width="200" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/img/feto.jpg" hspace="10" height="203" />Sabemos que aos 6 meses, o feto começa a mostrar sinais de personalidade individual. Ele tem padrões definidos de sono e vigília, tem uma posição predileta no útero e torna-se mais ativo - chutando, espichando-se, encolhendo-se. Aos 7 meses, entre outras coisas, já chora, engole, suga o polegar. O mais curioso, é que eles parecem também aprender e se lembrar. Em uma experiência, bebês de três dias sugavam mais um bico que ativava uma gravação de uma história que suas mães haviam lido com frequência durante as últimas 6 semanas de gestação do que em bicos que ativavam gravações de outras histórias. Ao que parece, os bebês reconheciam a história que haviam escutado no útero. Um grupo controle, cujas mães não haviam recitado uma história antes do nascimento, reagia da mesma maneira às três gravações Experiências semelhantes constataram que neonatos de dois a 4 dias de vida preferem a voz de sua mãe e de outras mulheres, vozes femininas a vozes masculinas e a lingua nativa da mãe a outro idioma (DeCasper et al.,1980)</p>
<p>Referência:<br />
DeCasper et al. (1980)<br />
Of human bonding: Newborns prefer their voices mother´s. Science,<br />
208, 1174-1176</p>
<p>Outras pesquisas relacionadas também contribuem para compreender<br />
essa relação entre feto/mãe/meio ambiente. Por exemplo:</p>
<p>Estresse de grávida pode atingir embrião<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL45096-5603,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL45096-5603,00.html</a></p>
<p>Pai estressado prejudica bebê na gravidez<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL2531-5603,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL2531-5603,00.html</a></p>
<p>Feto sente prazer quando mãe faz sexo<br />
<a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL59283-5603,00.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL59283-5603,00.html</a></p>
<p>Tudo isto me tráz reflexões profundas e positivas, mas também<br />
preocupantes. O equilibrio emocional, o temperamento, a definição da<br />
personalidade, enfim, os elementos chaves que vão trazer felicidade<br />
ao indivíduo, já começa no ventre da mãe! Se um feto tiver a sorte<br />
de ter uma mãe carinhosa, atenciosa, com boa educação e formação,<br />
ele terá grande chance de sentir as emoções positivas durante sua<br />
vida. Mas&#8230; e os que não tiverem?</p>
<p>Essas descobertas deveriam ser transformadas em informações e<br />
orientações para mães de qualquer nível social, principalmente as de<br />
nível educacional mais baixo. Fica aqui mais uma proposta de projeto<br />
social e de pesquisa: orientação dessas mães para estas questões, em<br />
postos de saúde, bairros carentes, maternidades.</p>
<p>Profa. Dra. Silvia Helena Cardoso, Neurocientista<br />
Fundadora do Instituto da Ciência da Felicidade<br />
http://www.institutodafelicidade.org.br/</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Experiência mística revelada</title>
		<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=4</link>
		<comments>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=4#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 04:09:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>

		<category><![CDATA[cérebro]]></category>

		<category><![CDATA[experiência mística]]></category>

		<category><![CDATA[êxtase religioso]]></category>

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		<description><![CDATA[ Há seis anos, decidi investigar um dos fenômenos incompreensíveis que mais me intrigava: de onde vem o &#8220;oásis&#8221; de paz interior, a experiência fora do corpo e o &#8220;contato com o cosmos&#8221; que tanto se fala durante o êxtase religioso e meditação profunda?
Fui eu então conhecer um deles, a meditação, e comecei a praticar persistentemente. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><font color="#000000" face="Times New Roman"><span style="font-family: Arial"><img border="0" align="left" width="197" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/img/mystic.jpg" hspace="10" height="227" /> </span></font><font color="#000000" face="Times New Roman"><span style="font-family: Arial">Há seis anos, decidi investigar um dos fenômenos incompreensíveis que mais me intrigava: de onde vem o &#8220;oásis&#8221; de paz interior, a experiência fora do corpo e o &#8220;contato com o cosmos&#8221; que tanto se fala durante o êxtase religioso e meditação profunda?<br />
Fui eu então conhecer um deles, a meditação, e comecei a praticar persistentemente. Para minha assombrosa surpresa, em um dado dia de prática, eu, cética, me vi exatamente naquelas condições: em um oásis de paz interior, experiência fora do corpo, contato com o cosmos e uma sensação de suprema felicidade.<br />
Não me conformei em aceitar resignadamente aquela experiência como &#8220;sobrenatural&#8221; e inexplicável, então fui investigar se a ciência tinha uma resposta para aquilo. Adivinhe o que? Tinha! Eu tinha encontrado uma resposta!!<br />
Um artigo entitulado &#8220;The Material Nature of Spirituality&#8221; (A Natureza Material da Espiritualidade) descrevia pesquisas com imagens cerebrais de voluntários durante o climax da experiência espiritual. Entre diversas constatações, a mais intrigante foi a diminuição da atividade do lobo parietal superior, uma área na parte alta do cérebro que influencia nossa orientação espacial e de tempo. Esta área deve funcionar o tempo todo para auxiliar no movimento. Durante a experiência transcendental, esta área estava diminuida, explicando então, as experiências espaciais (fora do corpo) que eu senti. As outras sensações de paz interior, etc., foram explicadas por outros achados de diminuição e relaxamento como ansiedade, hormônio do estresse, presão arterial, relaxamento muscular.<o:p></o:p></span><span style="color: black; font-family: Arial">Silvia Helena Cardoso</span><span style="font-family: Arial"><br />
<span style="color: black">Referências:<br />
1. The Material Nature of Spirituality<br />
</span><a href="http://serendip.brynmawr.edu/biology/b103/f01/web3/ekanayake.html#2"><span style="color: black">http://serendip.<wbr></wbr>brynmawr.<wbr></wbr>edu/biology/<wbr></wbr>b103/f01/<wbr></wbr>web3/ekanayake.<wbr></wbr>html#2</span></a><br />
<span style="color: black">Visão Ciêntífica da Prece<br />
2. </span><a href="http://mortesubita.org/psico/textos/visao-cientifica-sobre-a-"><span style="color: black">http://mortesubita.<wbr></wbr>org/psico/<wbr></wbr>textos/visao-<wbr></wbr>cientifica-<wbr></wbr>sobre-a-</span></a><br />
<span style="color: black">prece/view</span><o:p></o:p></span><span style="font-family: Arial"> <o:p></o:p></span></font></p>
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		<item>
		<title>O poder de ler a mente do outro</title>
		<link>http://www.institutodafelicidade.org.br/blog/?p=3</link>
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		<pubDate>Thu, 22 Nov 2007 03:56:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Silvia</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Neurociência]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Nós temos um grande poder mental: o de captar a mente dos outros. Mas não da forma como tentam fazer os que desconhecem a ciência e usam a pseudociência se concentrando para &#8220;adivinhar&#8221; a mente do outro. Nosso poder de captar a mente dos outros nãoé  pelo pensamento ou imaginação. É por simulação direta da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img border="0" align="left" width="193" src="http://www.institutodafelicidade.org.br/img/blog/Image5.jpg" hspace="10" alt="Neurônios espelho" height="220" /> </p>
<p>Nós temos um grande poder mental: o de captar a mente dos outros. Mas não da forma como tentam fazer os que desconhecem a ciência e usam a pseudociência se concentrando para &#8220;adivinhar&#8221; a mente do outro. Nosso poder de captar a mente dos outros nãoé  pelo pensamento ou imaginação. É por simulação direta da ação observada do outro . Como?</p>
<p>Possuímos células que &#8220;lêem mentes&#8221;. Estas células foram denominadas de neurônios espelho, porque, além de agirem quando realizamos uma<br />
determinada ação, elas agem também nos momentos em que observamos alguém realizar uma ação. E mais ainda: estes sistemas de neurônios não somente compreendem as ações dos outros. São especializados também em compreender suas intenções, o significado social do comportamento deles e suas emoções.</p>
<p>Espalhados por partes fundamentais do cérebro, como a região que gera os movimentos, a fala, a empatia e a dor, esses neurônios podem explicar por exemplo, como aprendemos a sorrir, conversar, caminhar ou dançar. Isto explica porque respondemos a um sorriso, porque bocejamos quando alguém boceja, porque batemos palma em uma platéia quando alguém inicia este ato, porque suamos quando os jogadores de futebol na copa do mundo suam. Em um nível mais profundo, a revelação sugere que existe uma dinâmica biológica para a complexa troca de idéias a que chamamos cultura e aprendizagem por imitação</p>
<p>Médicos estão aplicando essa descoberta em pacientes que sofreram derrame, os quais geralmente ficam com partes paralisadas do corpo. Somente o fato de estes pacientes verem alguêm se movimentando, já pode melhorar o quadro de paralisia.</p>
<p>Estes achados nos ensinam também que, se as ações, emoções e ficar próximos mais das pessoas felizes, alegres, otimistas, íntegras. E quando quisermos transmitir felicidade, temos que ser da mesma forma também</p>
<p>Para saber mais:<br />
Neurônios-espelhos&#8221; podem ser a chave do aprendizado e da cultura http://www.sobresites.com/psicologia/noticias/neurnios-espelhos-podem-ser-a-chave-do-aprendizado-e-da-cultura.htm</p>
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